COLOQUE PARA OUVIR ENQUANTO LE:
- Andrew, arrume seu quarto meu filho. - Anabely gritava do andar de baixo.
Andrew com as cortinas do quarto do segundo andar fechadas, a casa grande e antiga do centro da cidade, dava a impressão de ser depressiva.
Andrew estava sentado na cama de casal, apoiado com os cotovelos nos joelhos, as mãos levadas a cabeça.
Ele encarava o chão.
- Andrew, está me ouvindo? - gritou Anabely novamente.
Ele continuou sem responder.
Um tremor repentino passou por todo seu corpo.
Ele se levantou, pegou um comprimido branco e pequeno que estava em cima do criado mudo ao lado da cama.
Amassou-o e depois o cheirou.
Outro tremor repentino.
Foi até o espelho e viu os olhos azuis assustados, os cabelos pretos bagunçados.
Piscou algumas vezes.
Voltou até a cama e se sentou novamente.
Tossiu seco.
- Andrew, filho? - Anabely gritou novamente.
Ele levantou-se novamente da cama e agaixou-se ao lado dela erguendo a colcha azul marinho.
Pegou um revolver que havia roubado a pouco tempo, foi até a gaveta do criado mudo e carregou o revolver.
Sem dizer uma palavra, ou fazer um único barulho, Andrew desceu até o andar de baixo.
(pode parar a musica)
Sophia de afastou dele assustada.
- O que te deu? - perguntou ela abobada.
Não sabia se havia gostado, ou se havia assustado ou se havia odiado... A última opção era a menos improvável.
- Desculpe. Eu não sei... - ele abaixou a cabeça e ficou encarando as mãos que estavam entrelaçadas em cima de seu colo.
- Tudo bem... - disse ela sorrindo.
Nesse mesmo momento, a mente de Sophia descartou as duas ultimas possibilidades, e pode afirmar com toda a certeza de que a primeira possibilidade estava certa: Ela realmente gostara.
- Você sabe meu nome, mas eu ainda não sei o seu. - disse ela, os olhos azuis brilhando em meio a pouca luz.
- Andrew. - ele ainda estava cabisbaixo.
- Ei, olha pra mim. - ela pegou o queixo dele e ergueu suavemente.
Ele não aguentou, e soltou seu sorriso mais bobo e apaixonado.
Nesse mesmo momento ouviram um grito agudo e próximo, era de uma menina.
Todas as coisas que haviam acontecido no orfanato nos últimos dias, passaram pela cabeça de Sophia.
Ela estremeceu.
Outro grito.
- O que é isso? - ela foi mais perto de Andrew e ele a abraçou.
Ele colocou o dedo indicador na boca perfeita.
- Shii...
Piscou algumas vezes.
Voltou até a cama e se sentou novamente.
Tossiu seco.
- Andrew, filho? - Anabely gritou novamente.
Ele levantou-se novamente da cama e agaixou-se ao lado dela erguendo a colcha azul marinho.
Pegou um revolver que havia roubado a pouco tempo, foi até a gaveta do criado mudo e carregou o revolver.
Sem dizer uma palavra, ou fazer um único barulho, Andrew desceu até o andar de baixo.
(pode parar a musica)
Sophia de afastou dele assustada.
- O que te deu? - perguntou ela abobada.
Não sabia se havia gostado, ou se havia assustado ou se havia odiado... A última opção era a menos improvável.
- Desculpe. Eu não sei... - ele abaixou a cabeça e ficou encarando as mãos que estavam entrelaçadas em cima de seu colo.
- Tudo bem... - disse ela sorrindo.
Nesse mesmo momento, a mente de Sophia descartou as duas ultimas possibilidades, e pode afirmar com toda a certeza de que a primeira possibilidade estava certa: Ela realmente gostara.
- Você sabe meu nome, mas eu ainda não sei o seu. - disse ela, os olhos azuis brilhando em meio a pouca luz.
- Andrew. - ele ainda estava cabisbaixo.
- Ei, olha pra mim. - ela pegou o queixo dele e ergueu suavemente.
Ele não aguentou, e soltou seu sorriso mais bobo e apaixonado.
Nesse mesmo momento ouviram um grito agudo e próximo, era de uma menina.
Todas as coisas que haviam acontecido no orfanato nos últimos dias, passaram pela cabeça de Sophia.
Ela estremeceu.
Outro grito.
- O que é isso? - ela foi mais perto de Andrew e ele a abraçou.
Ele colocou o dedo indicador na boca perfeita.
- Shii...


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